sábado, 28 de maio de 2011

How to Survive: Chifre!

Olá picorruchos, hoje vamos tratar de um assunto bem... pontudo. Depois de mais de um ano afastados por problemas pessoais (mentira, na verdade a gente tava fazendo um tour pela Europa), os cientistas do Tubo voltam para alegrar as madrugadas daqueles fiéis leitores que tanto pediram para que a nossa alegria voltasse a contagiar os ... ai, cala a boca, Gê.
O Gui tá com problemas pra conseguir acessar o blogger, então eu vou assumir hoje e depois é a vez dele.
Vamos ao que interessa: o tópico. Trataremos de uma coisa que, se você ainda não levou, vai levar em breve. Aquele momento da vida em que você se sente a pior das criaturas. Aquele presentinho decorativo de cabeça, colega, que te deixa se mordendo de raiva e querendo arrancar à dentadas o falo que seu homem tem entre as pernas. Hoje, no TsE, vamos ter mais um manual de sobrevivência. Peguem suas lixas e vamos aparar as pontas, porque o assunto é:
 
Todo mundo já levou, e todo mundo vai levar de novo. Chifre faz parte do relacionamento, faz parte da brincs. Ninguém gosta, mas é ele que faz a gente crescer, não é? Ok, vamos parar com a filosofia e vamos às dicas para superar a situação:

ACEITE O CHIFRE
O primeiro passo, queridos, é a aceitação. Além da galhada, você precisa colocar na cabeça que a culpa não é sua, que aquele idiota que ficou com a vagaba menina do colégio no banheiro masculino fedorento só pra poder contar pros amigos punheteiros que pegou mais uma é, no mínimo, um imbecil. E apesar da sociedade pensar o contrário, a culpa é de quem trai, não de quem é traído.  Como dizia Oscar Wilde (o Gê que faz Letras não podia faltar, né), experiência é o nome que damos aos nossos erros. Aceito o adorno de cabeça, vamos ao segundo passo.
 CURTA O TEMPO
Honey B, não adianta você ficar grudada nele como se fosse um carrapato. Muito menos esperar que ele volte, ok? Aproveite o tempo que você tem de solteirice instantânea e lague o idiota, conheça outras pessoas, mesmo que seja só pra conversar (ou fazer uma party hard de vez em quando –ã). Mesmo que você goste muito dele, ou ame, ou sei lá, lembre-se de que ele te largou pra dar tapinhas num par de bundas cheio de celulite. O melhor a fazer é bancar a atriz de novela mexicana e dizer ‘’oh, Carlos Eduardo, eu quero um tempo!”. E APROVEITE BEM O TEMPO.

F5 NO VISU
Isso mesmo, linda. Repagine-se, faça compras, mude o estilo, compre um vestido de oncinha (não) e roupas ousadas, decotadas, que antes você não podia usar porque tinha um boi do seu lado. Abuse da sensualidade e use maquiagem. Mas sem ser vulgar, não fique com a cara parecendo uma tela de Monet, ok? Faça ele pensar se realmente valeu a pena ele ter te largado.

PARTY HARD!
É. Encha a cara. Dê pro melhor amigo (de preferência, o dele). No outro dia você usa a desculpa de que não lembra de nada, sempre funciona. Faz a desmemoriada e apronte todas. Se alguém quiser reivindicar o seu comportamento, seja delicada: mande tomar no toba. Quem vier implicar é porque ainda não tomou um chifre, mas quando tomar vai agir da mesma forma, então, mande pastar.


 REVENGE!
Vingança, a melhor das sensações. Nessas horas, nada melhor do que aprontar e fazer ele sentir a perda. Use o passo nº3 que eu citei e, quando ele te pedir pra voltar, arrependido, aceite. Primeiro, você trai ele, pra dar o troco. E foda-se se você vai estar sendo cretina ao nível dele, foda-se. Depois, pegue as chaves do carro dele. Risque. Fure os pneus. Quebre os vidros. Picote o couro dos bancos. Pixe.  E, por último, deixe o carro acidentalmente cair numa vala. Ele nunca mais vai esquecer de você, linda, eu garanto!


 Então, é isso. Da próxima vez que você ganhar um adorno de cabeça de presente, já sabe a quem recorrer, não é? Os manuais de sobrevivência elaborados pelos nossos cientistas sempre servem para alguma coisa. Passou por aquela situação? Nós temos a solução! E eu fico por aqui, deixando um beijo no toba de cada um de vocês e ancioso pelo próximo post, porque, além de cientista, tio Gê também é um leitor fiel do TsE!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Reação Musical: Sucker Punch OST

Para quem acompanhou o blog, sabe que eu adoro fazer críticas sobre artistas, músicas e filmes. Eu estava bem no clima de fazer um review sobre o novo álbum da Lady Gaga, que foi lançado agora em maio, mas o meu espírito underground fez com que eu desistisse dessa idéia, já que eu tenho a leve impressão que ninguém mais aguenta ler sobre esse álbum (que, para os curiosos sobre a minha opinião, ficou muito bom, porém extremamente difícil de acostumar com as músicas - é daqueles que leva um tempo pra poder gostar). Então pensei em comentar um pouco sobre Sucker Punch, o filme com Emily Browning num papel sexy e esquecendo todo aquele clima infantil que possuía em Desventuras em Série, mas, novamente, seria um pouco cansativo para comentar, pois foi bem criticado em muitos outros blogs e sites. Portanto, resolvi comentar sobre a trilha sonora do filme! Genial, não?



O estilo predominante do álbum é um dark rock muito agradável de ouvir, misturando batidas que é possível reconhecer de faixas dançantes com guitarras e baterias, aplicando-as em músicas que não são originais para o filme, mas regravadas com um arranjo completamente novo e inovador (em minha opinião, claro). Afinal, não é todo dia que lançam White Rabbit numa versão que é possível imaginar uma cena completa de guerras e lutas épicas como acontece com a versão apresentada pelo filme. Pode se dizer que o soundtrack de Sucker Punch é sexy e provocativo, exatamente como o próprio filme, que abusa da sensualidade das atrizes que interpretam como se estivessem em um cabaré.

Sweet Dreams (Are Made Of This): em minha opinião, é a melhor faixa do álbum. Interpretada na voz de Emily Browning, que eu nunca imaginei que possuía uma voz tão boa assim, canta a música que todos conhecem na versão de Marilyn Manson. É completamente dark, não lembrando nem um pouco a versão de rock do cantor, possuindo um ar mais sexy e envolvente que a original, dando o toque necessário no prólogo de Sucker Punch de desespero e conflito que precisam e, o mais incrível, é que tais sentimentos persistem toda vez que a música começa a tocar.

Army of Me: interpretado por Björk, é uma música que eu não me impressionaria se tocasse em um show de strip-tease devido a sua batida e voz mais arrastada da cantora. Quando eu escuto, confesso que consigo imaginar uma daquelas festas num salão parecido com o bueiro da Britney Spears em Till The World Ends, em que todos estão praticamente nus e se pegando, bêbados, numa luz piscante vermelha, com garotas fazendo topless e todos estão suados e sujinhos com roupas rasgadas e sem algumas peças. Sim, é este o nível da música. Em minha opinião, é a mais sexy da soundtrack. Se for comprar no iTunes as faixas separadas, esta talvez seja a que eu recomenda a ser a primeira a ser adquirida.

White Rabbit: a letra já é, por si só, divertidíssima, sendo uma referência mais do que explícita de Alice in Wonderland (o meu livro favorito, aliás), e a música não fica para trás. É épica, é guerra, é luta de espadas, é missão de espiões. É ação. White Rabbit faz você ter vontade de pegar uma katana, amarrar uma faixa de Rambo na testa e sair matando zumbis nazistas pela cidade. O pequeno solo que colocam é o suficiente para você ir para outro planeta e não conseguir mais sair dele, exatamente como nossa protagonista do filme faz.

I Want It All/We Will Rock You: para os amantes de uma música mais black, vai adorar esse mash-up de um rap feito para a música do Queen e a original de We Will Rock You. É uma música viciante e eu confesso que não sei o que imaginar nessa, porque ela provoca muitas reações em quem escuta. Provocante, é uma que você pode usar tanto para uma festa no estilo da que eu comentei em Army of Me, quanto a guerra em White Rabbit. É um misto de emoções épicas e, vamos combinar, estamos falando de Queen. Não teria como ser menos - eles fazem jus à banda que eles usaram nesse remix.

Search and Destroy:  é o rockzinho menos dark do álbum inteiro, sendo aquela faixa que colocamos numa viagem que vai demorar horas e queremos ouvir algo que nos anime para ficar dirigindo. É música de estrada, principalmente como soundtrack para quem gosta de motos Harley-Davidson. Bate cabeça. Fim.


Tomorrow Never Nows: esta faixa, cantada por Carla Azar, lembra muito o estilo de White Rabbit e I Want It All, mas a voz da cantora, por ser mais suave, não chega a ser tão pesado quanto as mencionadas. As batidas também possuem um ar mais eletrônico, sem perder o clima de rock, e eu arriscaria dizer que seria apropriada para ser escutada antes destas, aliás, como se fosse um aquecimento para o que está por vir.

Where Is My Mind?: esta faixa conta com a participação de Emily Browning, lembrando o clima mais pesado que é apresentado logo na primeira faixa, Sweet Dreams (Are Made Of This), muito embora não seja tão dark. Boa para momentos fossa e depressivos assim como para os momentos que você somente quer pensar na vida antes de dormir. Eu sou amante de duetos homem-mulher e eles mandaram muito bem, pois a voz dos dois combina tanto com o ritmo da música quanto entre si. Ponto positivo.

Asleep: a música mais triste do álbum e a mais bonita, uma das minhas favoritas. Também interpretada por Emily (oi), é extremamente depressiva e fala sobre uma garota que quer se suicidar. É emocionante e combina com a voz da atriz incrivelmente - que não desafina - e deixa até a pessoa mais agitada calma e ligeiramente depressiva. Se está triste, passe bem longe dessa música, entendido? Bem. Longe. Muito embora nem eu mesmo consiga resistir a ouví-la.

Love Is The Drug: é no esquema de Search And Destroy, sendo leve, divertida e dançante, também interpretada pelos atores Carla Gurgino e Oscar Isaac. É sexy e tem um ar meio latino, uma delícia de ouvir, sem o mesmo clima mais tenso que existe em algumas das músicas do álbum. Se vocês lembram de Moulin Rouge, essa música lembra ligeiramente "Roxanne", mas muito mais animada e dançante. Impossível não gostar desta faixa.


Para quem assistiu a Sucker Punch, sabe do que eu estou falando quando digo que o álbum recebe 10/10 em sua nota final, com 5 tubos. As faixas conseguem condicionar nossas emoções de forma que sequer notamos, o que se torna essencial quando se trata de uma trilha sonora para um filme. Assim como o próprio diretor, Zack Snyder, menciona, a música foi criada para o longa para levar as personagens a um mundo de fantasia, causando a mesma sensação em quem escuta e o assiste. Em suma, o álbum é sexy, é épico, é dark. É fantástico. Mais do que uma recomendação, é uma obrigação ouvir suas músicas.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Relembrar é viver: os cientistas

Isso mesmo, leitores que sobraram. O Gêzito também voltou. Cá estamos nós, outra vez, para uma tentativa de reviver aquele que se tornou o blog querido de poucos muitos corações na websfera. Agora, com o perdão das palavras, deixem eu extravasar: PORRO DO COROLHO, QUE SAUDADE QUE EU TAVA DESSE COISO AQUI!. Eu amo o Tubo sem Ensaio, e é uma honra poder voltar. Alguns leitores podem não entender, mas a verdade é que o TsE é a fuga para muitos problemas dos cientistas, que não têm outra saída senão querer escrever sobre qualquer coisa inútil pra fugir da rotina e das pendengas da vida. o TsE não é a Márcia Golshminxuift, mas também é desabafo. Àqueles que leem, amo vocês. Aqueles que não leem, srsly guys, tomem no toba.

Estava eu pensando o que diabos eu ia escrever pra marcar a minha volta ao TsE. Tenho tantas ideias, acumulei um ano inteiro de besteira pra falar, que nem sabia por onde começar. Então me veio aquela luz no fim do túnel, conhecida na Sessão da Tarde como Velocidade Máxima 365, o trenzinho da alegria que arrombou meu ...cérebro com a seguinte ideia:

Dar a cara a tapa. O leitor diz: "afinal, quem  vocês pensam que são para querer escrever nesse blog?", e então, a gente responde, seus lindos! Começa agora Relembrar é Viver: os cientistas.

Bruno Monezzi, o nerd. Blogueiro das antigas, fanático por Harry Potter, frequentador de carteirinha no La Bodega em frente à sua faculdade. Estuda Direito porque quer ser mais rico que o Bill Gates, mas já pensou em ser biólogo uma vez em sua vida para ficar estudando animais silvestres na África e até cogitou estudar Estatística, porém, aceitou o fato que não consegue sequer somar dois mais dois. É de Campinas, muito embora queira sair da roça e ir para a cidade grande, em São Paulo. Possui 21 anos que se orgulha em dizer só porque já pode entrar em cassinos em Las Vegas - provavelmente nunca mais vai mudar de idade.
Adora coisas ligadas à tecnologia, adorando ler artigos sobre as novidades que os cientistas desenvolvem, acreditando que, um dia, o homem será substituído por robôs e virará escravo destes. Por isso, já procura as mais diversas técnicas para derrotar uma máquina em batalha. Já tentou brincar com WebDesign em sua vida, mas acabou por descobrir que artes não é o seu forte, uma vez que a única coisa que sabe desenhar é homem palito - e até mesmo estes ficam tortos. Acompanha séries fielmente, como Glee e How I Met Your Mother e enquanto espera novos episódios, gosta de ler livros de ficção fantasiosa, no maior estilo Harry Potter ou Percy Jackson - um amante de assuntos místicos e mágicos. Um dos seus tópicos favoritos é mitologia, preferindo a grega e egípcia.
Seu gosto musical é bem variado, gostando de artistas mais conhecidos como Katy Perry e Pink, passando pelo rock com The All-American Rejects e The Veronicas, chegando até a ouvir artistas mais "underground", como Tegan and Sara e Say Anything. Mas não chega a ser eclético a ponto de se esbaldar em sertanejo e pagode - o que o deixa bem irritado se ouvir. É canadense de coração, muito embora critique o país severamente pela caça autorizada a baleias e focas (sim, ele também é um tree huger).
No Twitter, é conhecido como @brunohm, sendo o mesmo nome para o Tumblr.

Gê Homrich, a gramática humana.  Escritor, ator, cantor, estilista e mentiroso.  Pra ele, nutella é vida. Atual estudante de Letras Português/Inglês, ex-estudante de Publicidade e Propaganda, que fugiu do curso porque não era popular o suficiente para se manter na alta sociedade da comunicação, rs. Mora nas redondezas de um Porto não muito Alegre, no Rio Grande do Sul. É carioca de coração. tem 20 anos mas prefere dizer que ainda tem 19. O corpinho é de 63.
É um frustrado porque nunca aprendeu a tocar piano. Lê como uma traça de biblioteca, gosta de assistir seriados (Glee, Vampire Diaries, Dexter e Pretty Little Liars) e escrever pequenos contos em seu diário. É apaixonado por teatro e música clássica (ao mesmo tempo que gosta de música pop, o que faz dele um freak;  Beethoven e Lady Gaga é uma mistura ousada para ele) e arrisca compor algumas músicas em inglês de vez em quando. Nasceu no Brasil por culpa de um acidente geográfico, porque na verdade ele tem alma britânica. É anglófilo, apaixonado por absolutamente tudo o que vem da Terra da Rainha, desde o sotaque até as cabines telefônicas e principalmente os british boys.
Além da faculdade, é pesquisador de um órgão do governo federal vinculado à área da educação com foco em literatura e língua portuguesa, mas isso não interessa. Atua como professor em uma escola estadual de ensino médio, onde pode testar suas maluquices didático-literárias com suas cobaias humanas. Sim, ele tem 20 anos e dá aula para crianças de 17. Mesmo fazendo tudo isso, ainda acha tempo para participar do Glee Club da faculdade, que pula, dança e grita. O maior sonho é mudar de vez pras colinas anglo-saxônicas, também conhecidas como Reino Unido ou Terra do Mr. Bean.
Escreve em um blog de resenhas de livros, aqui.
No twitter, é @_melchior. No tumblr, é tellingmelies. No facebook, é uma pessoa séria, porque os chefes estão na lista de contatos. 


Guilherme Teodoro, vulgo Mutt, o big boss. Estudante da high school (musical n), vive no caos em São Paulo - SP. Ele foi o idealizador do Tubo sem Ensaio, mas nem ele se lembra disso, e chega até a dizer que foi o Bruno quem criou. Memória fraca nessa idade é foda, hein?
O Gui é o caçula do nosso laboratório, e é também o mais lindo (desculpa aí, Brunezzi, mas tu concorda comigo, né? miuaheauiheiuah) e lida muito bem com edição de imagens. Faz academia, gosta de macarrão e barras de cereal. Odeia gente egocêntrica, e pretende fazer faculdade de Psicologia na PUC-SP.  Os livros preferidos são  As Crônicas de Nárnia, Percy Jackson e a série Harry Potter. A série preferida é Friends, assim como quase todo mundo, inclusive eu.
Ele é lindo, tem talento, e é o nosso chefe, a última palavra a respeito do TsE sempre é dele. E o salário tanto meu quanto do Bruno também é ele quem paga, 5% dos lucros do TsE pra cada um. O resto (90%) ele envia pras Bahamas, ou gasta em supermercados comprando barrinhas de cereal. Ele não está solteiro, é propriedade do Gê e do Bruno, portanto tirem o olho, viadinhos e piriguetes. -n
No twitter ele é @guixinin, e no tumblr, verygoodadvice.


Então, é assim que marcamos a volta do TsE. Agora que vocês conhecem um pouco mais de cada um de nós, e viram do que a gente é capaz, esperem por atualizações. Sabemos que vocês não são reagentes químicos, mas lembrem-se: continuem reagindo. O TsE precisa dos comentários de vocês para se manter forte! Peixosmil, fui.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Thor

Muitissima boa tarde galerinha da pesada, como vocês estão? Espero que vocês que já estão acessando o blog novamente estejam nos ajudando a divulga-lo também, afinal de contas, estamos todos animados com esse restart (ok, o uso dessa palavra agora é estranho pra mim, mas wtv).
Hoje o tio Mutt vai postar sobre o "novo" (ok, nem tão novo, lançou faz umas 2/3 semanas) filme da Marvel, THOR.



Confesso que quando vi o Trailer eu já senti vontade de ver o filme, mas não imaginava a dimensão que o filme ia tomar sobre a história de Thor. (Que fique claro que nunca li os quadrinhos de Thor, mas sempre fui muito fã da Marvel)




O filme é uma mistura da trama de Thor para conseguir o reinado de Asgard, a inveja de seu irmão e o seu conflito consigo mesmo. E acredito que o diretor tenha conseguido demonstrar com perfeição tudo que tinha em mente. A escolha de atores é perfeita, e Chris Hemsfield (que puta que pariu, ainda vai casar comigo, porque né...) fazendo par com Natalie Portman foi inesperado (sério, achei lindissimo, do fundo do meu coração) e trouxe ótimos resultados para o filme.


Bom, minha opinião sobre o filme já está clara, dou nota 10 mesmo, porque fiquei impressionado com a dimensão que o filme tomou (pensava que era só a história de thor vindo pra terra e mimimi).

Meus queridos, mais uma vez agradeço de coração a todos vocês que voltaram a acompanhar o blog (e também agradeço a você novo leitor, seja bem vindo), prometemos nos comportar direitinho dessa vez e trazer mais e mais novidades para vocês.

Beijaaaaço do caçula do blog, Mutt. HAHA <3

segunda-feira, 23 de maio de 2011

How to Survive: BOREDOM

 Pela milésima vez, estou aqui para anunciar a volta daquele que não foi, aquele que sempre esteve conosco nessa luta contra o tédio e válvula de escape para a imaginação fértil de vossos lindos cientistas. Aquele que está sempre disponível para mais uma e que não vai te decepcionar quando você acordar de madrugada e precisar alguma diversão. O seu, o meu, o nosso Tubo sem Ensaio!

Por motivos que sequer o próprio Mestre dos Magos sabe responder (caramba, esse post tá ficando nerd), acabamos não postando mais no tubo. Ok, eu sei. Our fault. Mas agora estamos de volta. E houve boatos que a gente estava na pior. Se isso é estar na pior, PÓRRAN, o que quer dizer estar bem, né?



E aqui estamos para mais um manual de sobrevivência elaborado por cientistas compromissados com o bem estar de nossos leitores. A maioria das técnicas aqui descritas foram testadas por pessoas contratadas exatamente para tal tarefa e, a maioria, recomendamos que experimentem na própria casa de vocês com o auxílio de um responsável. Então preparem o sulfite, o glitter, as revistas de fofoca da mamãe, tesoura sem ponta e super bonder para fazermos nossa listinha!

ASSISTIR TV! 
O bom clássico não poderia faltar. Ficar zapeando pelos canais, sem parar em nenhum em específico por mais do que cinco segundos, até finalmente estacionar no pr0n canal de novelas mexicanas. Nada como um bom barraco de novela (ou SE-XOW) para matar aquele que está nos matando, regado à refrigerante e pipoca. Aqui também entra assistir a um filminho da Sessão da Tarde. Muitas aventuras causadas por uma turminha do barulho é sempre diversão na certa!

LEITURA!
Exato, seus lindo. Pegar um dos livros empoeirados da casa da avó faz muito bem para acabar com o tédio, além de aumentar a quantidade de informações armazenadas no cérebro da pessoa. Isso vale para não somente livros, mas como revistas sobre qualquer assunto, até mesmo aquela Playboy que você escondeu debaixo do colchão e acredita fielmente que a sua querida e amada mamãe não descobriu ainda da existência.

EXERCÍCIO FÍSICO!
Quando a mamãe diz pra você parar de ficar na frente do computador lendo o nosso blog, você deveria dizer que é a Swan Queen e quebrar tudo respirar fundo e levantar a bundinha digna de Valesca Popozuda e ir à luta. Além de relaxar mentalmente e trabalhar aqueles músculos que não viam um peso além da gordura corporal pra levantar, exercícios físicos liberam substâncias no organismo que fazem você se sentir bem e deixam o corpo no esquema pro verão 2012 (com permissão para trocadilhos).


COMUNIQUE-SE
Falar faz muito bem para todo mundo, principalmente quando se está cumprindo a função social do ser humano: fofocar. É assim que todos nós ficamos felizes com a atualização do casal 20 da faculdade, quem pegou quem na última festa e o que aquela vadia linda falou pro seu namorado enquanto você não estava perto. Seja pessoalmente, por telefone ou internet, falar com alguém é um ótimo remédio para o tédio, depressão, carência....

 DURMA!
Quem nunca se jogou aos braços de Morfeu quando estava entediado, que atire a primeira pedra! É, muito provavelmente, a forma mais comum de matar tempo, muito popular entre todas as idades. Seja após o almoço ao lado do tio gordinho, seja na faculdade no meio da aula de política, seja em casa procrastinando nos estudos para a prova, dormir sempre será o modo mais efetivo de acordar exuberante e com horas a menos em seu dia. Um amor, né? ZZzzz

SE-XOW
Como todos sabem, putaria sempre é bom e faz bem. O ato de acasalar (desculpa, eu precisava usar essa palavra kkk) libera endorfina, faz com que nossos músculos trabalhem - dependendo de quem está conosco, bastante -, dá sono e, além disso, faz com que acordemos com a maior cara de "eu fiz sexo" do mundo. Seja com alguém ou com a sua mão, é um ótimo jeito de passar o tempo.



É isso aí, meus amores. O Tubo está de volta, com template provisório até a nova versão ficar pronta. Fiquem atentos que vem bastante coisa legal pela frente com o retorno do blog. Obrigado aos que pediram para voltarmos, obrigado a quem começar a acessar e muito obrigado a quem sequer abriu o link. Beijo especial para a minha stalker e para a Nana, minhas leitoras do coração, e para a Cih que deu a sugestão do último, já que eu tenho uma mente pura. Até a próxima!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Sessão Especial: Rachel McAddams

Não, queridos cientistas, o laboratório não está fora do ar. E nenhum dos cientistas morreu... Eu acho.
Hoje falaremos sobre uma mulher extraordinária que voltou para a mídia por causa do filme que está no spot atualmente (mesmo que sua estréia fora ofuscada por Avatar) - Sherlock Holmes. O especial do Tubo sem Ensaio é para a diva Rachel McAdams.




No auge de seus 31 anos, Rachel é uma mulher muito bem conhecida pelo papel no qual teve seu "break out", a Queen Bee Regina George em Mean Girls (Meninas Malvadas, 2004) mesmo que não fosse seu primeiro papel. A canadense é filha de um caminhoneiro com uma enfermeira e cresceu em London - Ontário, cidade próxima a St. Thomas. Como a maioria dos artistas, a loura sempre foi interessada na carreira de atriz, competindo em um teatro aos 12 anos de idade, seguindo com a mesma companhia por um período no qual ganhou o prêmio de produção estudantil em I Live in a Little Town. Entrou para a York University, onde se formou com honras, e foi neste período em que teve aulas para atuação na frente das câmeras. Uma curiosidade sobre essa época é que Rachel estudou com atores conhecidos, como Scott Speedman (do filme The Strangers).




Em 2004, McAdams garantiu seu nome entre as maiores estrelas quando fez a diva linda absoluta deusa malvada Regina George no filme Mean Girls, na qual a atriz era bem mais velha que a personagem mas mesmo assim ganhou destaque, sendo mais reconhecida em seu papel neste filme que a própria atriz principal, Lindsay Lohan. Vamos ser sinceros, quando falamos de Meninas Malvadas, a única pessoa que nos vem à cabeça é a loura linda e inteligente - Regina. Cody ou qualquer coisa assim, pra mim, é só um papel secundário que atrapalha a nossa queen bee.
Nesse mesmo ano, emplacou The Notebook (O Diário de Uma Paixão), e no ano seguinte, o Thriller perfeito chamado Red Eye (Vôo Noturno) e Wedding Crashers (Penetras Bons de Bico). Com um ano de folga, Rachel voltou com tudo em 2009 com papéis de peso em State of Play (Intrigas de Estado), The Time Traveler's Wife (Te Amarei Para Sempre) e Sherlock Holmes (idem). Vale lembrar que foi convidada a ser uma das garotas Bond em 007 - Casino Royale (007 - Cassino Royale) as recusou o papel.

Quanto aos seus prêmios, a eterna garota malvada conta com três Mtv Movie Awards pelos filmes Mean Girls e The Notebook e como atriz do ano pelo ShoWest Award. Mesmo com poucas premiações, foi indicada anteriormente para outros como o famoso Scream Awards para filmes de terror e suspense.

 
Rachel é uma garota feliz. E testuda.


Com tudo isso de bagagem, Rachel McAdams é uma das promessas que aconteceram em Hollywood, valendo muito a pena assistir os filmes os quais participou. Para quem não conhece, recomendo Mean Girls, The Notebook, Red Eye e Sherlock Holmes, filmes de quatro gêneros diferentes nos quais ela realmente mostra que não é qualquer atriz, mas uma com um grande valor.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Dicionário das Loiras

Ok, tio Gê aqui de novo, pra tentar dar um up no humor de todos vocês...
Ontem recebi um e-mail entitulado "dicionário das loiras" e, embora eu nem abra esse tipo de e-mail, por sempre se tratar de uma corrente onde se eu não participar depois de ter lido eu vou perder um braço ou uma perna -q, resolvi ver do que se tratava por falta do que fazer e curiosidade.
E o que eu encontro? Coisas que me fizeram rir a lot ÇALSKLÇASKALÇKSA [riso frenético incapaz de ser reproduzido pela fala humana]-q


[na foto ao lado podemos observar um exemplar da espécie, demonstrando toda a sua capacidade mental para tentar ler um livro e parecer inteligente -q]



Aí vão algumas palavrinhas do Dicionário das Loiras, que foram retiradas do Loirélio, do Loirousse e da Academia Loira de Letras -n




ABREVIATURA: ato de abrir um carro de polícia.
BARBICHA: bar para gays.
CÁLICE: ordem para ficar calado.
PRESSUPOR: colocar preço em algo.
BISCOITO: fazer sexo duas vezes.
HOMOSSEXUAL: sabão em pó para lavar partes íntimas.
DEMOCRACIA: sistema de governo do inferno.
EDIFÍCIO: antônimo de 'é fácil'.
COMBUSTÃO: mulher com peito grande.
ESFERA: animal feroz amansado.
OBSCURO: 'O.B.' na cor preta.
SEXÓLOGO: sexo apressado.
SIMPATIA: concordar com a irmã da sua mãe.
TÍPICA: o que o mosquito te faz.
VOLÁTIL: sobrinho avisando onde vai.
ARMARINHO: vento proveniente do mar.
EFICIÊNCIA: estudo das propriedades da letra 'F'.
EXPEDIDOR: mendigo que mudou de classe social.
TRIPULANTE: especialista em salto triplo.
COITADO: pessoa vítima de coito.
CONTRIBUIR: ir para um lugar com vários índios.
PRESIDIÁRIO: preso diariamente.
RATIFICAR: tornar-se um rato.
DIABETES: as dançarinas do diabo.



#euri.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Diário de Bordo: Rio de Janeiro

Saudações irmãos da sociedade maç... OPA #fail
Olááááááááááááá ranhentinhos do tio Gê! [/bemmelhor]

Lembram de mim? o mais novo dos entubados? Aquele que até o Hugo Gloss odeia? O blogueiro mais charmoso e lindo do Tubo? aquele que o Mutt e o Brunezzi invejam até a morte? -NOWAY
Estou de volta pra infernizar vocês MUAHAHA! Voltei da viagem ao Rio de Janeiro semana passada, porém ainda precisei de uma semana pra organizar minha vida antes de voltar a postar, e por isso lhes devo umas desculpinhas furrecas, né? Ah, quero agradecer aos meninos que souberam muito bem manter o blog enquanto eu estava fora, tanto que vocês nem sentiram minha falta T_T Parabéns Mutt e Brunezzi, pentelhinhos do tio *O*

OK, agora chega de enrolar e vamos ao que interessa: o post.
Cheguei, larguei as malas em casa e pensei: o que diabos eu vou postar no Tubo?
Minha criatividade se esvaiu no calor carioca, é. Então qual foi a brilhante ideia que eu tive? Mostrar a vocês o meu diário de bordo -Q

Gê: - contar o que eu fiz na viagem não é o máximo *o*?
Leitores: - NÃO. u_u
Gê: - fuck D;




Êêê cidade maravilhosa...
Paraíso das praias, do sol, calor, samba, funk, Olimpíadas 2016 e da galera que ama o som de xis... A cidade do Rio de Janeiro possui uma infinidade de favelas-t atividades das quais você pode dispor para uma viagem de férias. No meu caso, não estava em 'férias', mas que seja. Qual a primeira coisa que te vem na cabeça ao pensar no Rio de Janeiro? Não, favela não serve. PRAIA migs, praia! E isso é o que não falta nessa cidade. Porém há muitas outras coisas pra se fazer além de salpicar o seu lombinho e ficar tão bronzeado como um leitão a pururuca. Há cinemas, teatros, museus, galerias de arte, feiras, e além de tudo isso os pontos turísticos já habituais, como o Cristo Redentor e o tal Bondinho. Aqui vão as minhas dicas de lugares a se visitar no Rio:


#1: Jardim Botânico

Isso, esse mesmo, que você sempre vê nas novelas do Manoel Carlos. Ele merece estar na novela, pois é um lugar belíssimo pra se olhar. E infelizmente belíssimo pra se passar muito calor. Não se engane com a quantidade de árvores que ele tem, e muito menos com a sua mata Atlântica intacta em grande parte do território. É um lugar abafado em que você deve beber muita água. E quem sabe você não encontra um famoso correndo por lá? Só não queira encontrar Zezé Polessa, porque ela soa como uma bica d'água e solta catarro no seu pé [/aconteceucomigo].
As tão conhecidas palmeiras reais, que preenchem toda a extensão das vielas do Jardim Botânico, são lindas, e dão uma boa foto. Já seus pés de jaca fazem você correr o risco de morrer com uma jaca entalada na cabeça.


#2: Pão de Açúcar


Uma tentação para os diabéticos, o Pão de Açúcar é um dos lugares mais bonitos da cidade. Ainda mais quando ele está encoberto por nuvens, com um charme especial. A maneira mais prática de conseguir uma boa vista para o ponto é subir as 5.497 escadas do Botafogo Praia Shopping, que fica logo em frente. A parte boa é que as escadas são rolantes [oooooba!]. Esta imagem ao lado foi feita do último andar, onde mais 6.842 pessoas vão disputar o lugar com você pra poder tirar foto. Já que você está no Shopping, recomendo passar pra comer uma Batata Inglesa Recheada, que embora deixe você embuchado é muito boa e não pesa no estômago. -Q

#3: Biblioteca Nacional
No centro da cidade, próximo à maioria dos museus; um belo, prático e barato passeio. Você vai conhecer o maior e melhor acervo bibliográfico do país, inclusive obras raras de séculos passados, e com um pouco de paciência ainda consegue ter acesso a tudo isso pessoalmente. Isso sem contar que o prédio da BN é um espetáculo da arquitetura.

#4: Museu de Belas Artes
Outro prédio que fica na mesma região da BN é esse, também com uma arquitetura fabulosa e telas, esculturas, tudo de mais curioso que você possa imaginar. Recomendo não tocar nas esculturas, ou você pode receber um olhar furioso do guarda [/aconteceucomigo].

#5: Morro Santa Marta -QQQQQQQ
KAOKSOPAKSOPAKSA claro, não podia faltar. O morro que os evangélicos chamam de Dona Marta só porque não gostam de santas. Se até Michael Jackson e Madonna já estiveram por lá, porque você, não-milionário e desconhecido não vai se arriscar? BRINKS, eu não fui, tá gente? -Q


Há uma infinidade de outros locais na cidade, como o Cinema Odeon, Lapa, Quinta da Boa Vista, Teatro Municipal, sem contar as galerias de arte espalhadas por todos os cantos. Enfim, não vou falar de todos eles aqui porque estou com pressa-n não quero cansar você. E alguns deles nem tive tempo de ir, pra falar a verdade. Mas vale à pena visitar, ah se vale! =)
nos próximos posts eu continuo a saga do Diário de Bordo, mostrando algumas outras cidades do RJ nas quais eu fui, como Petrópolis e Rio das Ostras... Mas isso é papo pra depois.
Beijo, pimpolhos ;]

PS¹: As fotos usadas no post foram feitas por mim, e todas as que forem apresentadas nos próximos posts também são minhas, só minhas e eu não deixo você copiar, ok? -QQ brinks aoskaopska
PS²: Amor, obrigado por cada momento que tive com você nessa viagem, por cada sorriso e por cada gesto de carinho. Foram os melhores dias da minha vida até hoje, e outros melhores ainda virão do seu lado. Eu te amo muito, e em breve vou estar perto de você outra vez. AMO VOCÊ ♥

domingo, 10 de janeiro de 2010

Reação Musical: Scarlett Johansson

A pessoa que falaremos hoje causa uma certa polêmica quando o assunto é música. Apontada como a "nova Marylin Monroe" por diversas pessoas, a atriz Scarlett Johansson demonstra habilidade quando atua, sendo reconhecida principalmente por seu trabalho em Match Point - não sendo seu primeiro trabalho mas um dos mais reconhecidos pela atuação - além de A Outra, Dália Negra e Ele Não Está Tão Afim de Você. Mas além disso, a garota bombril ainda é dona de casa, casada com Ryan Reynolds e canta, possuindo dois discos: Anywhere I Lay My Head e o dueto com Pete Yorn, Break Up.



Muito criticada pelo seu primeiro disco, a moça da voz de gralha loura teve uma péssima recepção com Anywhere I Lay My Head, gravando um videoclipe de "Falling Down" com algumas cenas do seu dia-a-dia. Realmente, quem escuta a música pensa que como cantora, ela é uma ótima atriz. As edições são fracas e deixam a voz um pouco rouca dela pior ainda, tendo a impressão que você escuta as músicas em um rádio a pilha com bateria fraca. A música principal do álbum, que dá o nome deste, também é um pouco estranha, justificando a péssima recepção do primeiro CD da atriz.

Logo em 2009, ano seguinte ao lançamento do primeiro disco, Scarlett emplacou uma parceria com Pete Yorn, um renomado artista, compondo e cantando com ele. Devo confessar que a princípio, também estranhei este CD, talvez por causa do meu trauma com Falling Down, primeira música que escutei dela. Mas assim que ouvi a versão ao vivo de "I Don't Know What To Do" do segundo disco eu tive uma visão diferente da música apresentada por eles. Classificado, tanto AILMH quanto Break Up, como Pop-Folk, o som apresentado por eles é de boa qualidade e encantadora, podendo ser ouvido claramente a voz de Johansson assim como de Yorn.
Por causa do primeiro e desastroso CD e o impacto inicial que causa, Scarlett Johansson consegue 2 tubos em sua classificação, ficando com 5,0 pontos. Eu sou fã da música dela, agora que acostumei com o ritmo, e digo o mesmo a vocês caso queiram ouvir um pouco da música da Maria Bolena em A Outra. Tenham paciência, escutem umas duas ou três músicas e então decidam se aprovam ou não. Quando menos esperarem, estarão viciados assim como eu.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

The Fourth Kind

Antes de mais nada, feliz ano novo, galera! Obrigado aos leitores por esse tempo conosco e podem escrever, esse ano vem cheio de novidades, é. Beijo especial pra minha stalker :* (update: achei que ela não queria ser identificada, mas ela pediu e eu sou só um servo que faz o que vocês querem, então, @lilbellsx um beijão, é (L' )
Agora vamos ao que interessa: review de Contatos de 4º Grau (The Fourth Kind)!

REVIEW
THE FOURTH KIND



Natal passou e por isso, chega de ser bonzinho com os filmes, hoje vocês verão o review tentando ser decente, prometo que não vou deixar o subjetivo subir em cima do objetivo ui suruba rs -n dessa vez, falando exatamente como foi e sendo sincero. Eu ia fazer um sobre Avatar mas é o que todos falam ultimamente, então meu lado underground me fez escolher esse Thriller PANANAN *moonwalk* para fazer uma análise mais profunda.
Primeiramente, falaremos sobre a trama. The Fourth Kind trata sobre uma maluca psiquiatra que resolve dar continuidade a um estudo feito por seu falecido marido sobre estranhos acontecimentos na cidade de Nome que envolvem certos desaparecimentos além de outros estranhos momentos que os moradores passam. Durante os encontros com os pacientes, a Dra. Abigail Tyler grava tudo o que acontece, mostrando como reagiam conforme contavam o que se passava durante seus sonos. A trama começa a se complicar conforme as reações passam a ser violentas, causando desde uma grave paralisia a homicídio em massa seguido de suicídio. O tempo passa e ela se vê cada vez mais afundada nessa merda história, passando a ser vítima de ataques também, juntando-se o fato de todos pensarem que ela está louca. Não contarei mais o que acontece porque senão acaba a graça, é.
Logo no começo do filme, a atriz Milla Jovovich, que interpreta a doutora, apresenta-nos um fato que já nos deixa alarmados: tudo o que acontece no filme é verdadeiro e é acompanhado pela gravação original. Realmente, durante todo o filme você ouve e vê o que seriam as imagens originais feitos pela psiquiatra, que aparece dando seu depoimento a um entrevistador. Essa tensão gerada logo no começo é o único fator que pode causar medo durante o filme aos que não têm medo de ETs, é. Sim, existem partes em que você dá o famoso pulo na cadeira (contei que eu dei 3 pulos no filme) e alguns outros que você fica tenso por ansiosidade, mas nada demais.


Falando sobre fatores técnicos nos quais eu sou uma mula então não serei muito específico, a fotografia do filme foi bem feita, com imagens muito bonitas e algumas até intrigantes da cidade do Alaska. Além disso, a iluminação amarela é bem usada no filme, criando um clima de apreensão mesmo que nada aconteça naquele momento, cliché antigo porém funcional dos filmes de terror. Quanto a trilha e áudio, foi bem equilibrado, ficando um silêncio mórbido quando necessário, ganhando pontos a favor. No caso das atuações, Milla nos mostra um lado mais maluco e frágil, fora do que estamos acostumados em Resident Evil, assim como os outros atores em suas encenações. Gostei de como eles fizeram seu melhor para a reprodução de senas #sashafeelings originais, pois sempre há o paralelo entre a original e a simulação feita por eles, contabilizando mais um ponto a favor.
No entanto, o filme falha no mais importante de tudo: não é baseado em fatos reais. Segundo o Wikipedia, a Universal Pictures pagou 20 mil dólares à imprensa Alaska Club "para resolver as queixas sobre notícias falsas arquivos utilizados para promover o filme". Além disso, em novembro do ano passado, a empresa confirmou ter gerado dados e obituários falsos para parecer que realmente haviam acontecidos os problemas ditos no filme, deixando claro que tudo foi para provocar uma campanha de marketing viral na internet.
Com todos os prós e contras, The Fourth Kind consegue 3 tubos, numa contagem de 6,5 pontos. Vale a pena ver para tomar alguns sustos, mas não vá com tanta expectativa quanto eu fui, senão ficarão decepcionados como eu fiquei.