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quarta-feira, 1 de junho de 2011

Review de "Abraham Lincoln: caçador de vampiros"

Hoje o Gêzito veio aqui pra pegar um gancho no post do Bruno a respeito de Tim Burton, que eu simplesmente amei, porque sou fã dele também... No início vocês não vão entender nada, mas no final eu explico a relação de uma coisa com a outra. Então, primeiro vou explicar a temática que vou começar a desenvolver aqui: resenhas de livros. Como todos sabem, quem faz Letras lê igual uma traça de biblioteca, e eu tenho um outro blog em que faço resenhas sobre livros que eu considero maneiros para o pessoal ler... E, srsly guys, movam esses traseiros gordos aí e vão ler um bom livro, porque vocês precisam melhorar a leitura e a escrita, e aqui quem fala é o Professor Gê, sobrinho do Profº Pasquale e neto do Profº Sérgio Nogueira! -noway. Logo, vou unir o útil ao agradável. Vamos ao que interessa (ou não)!
O livro de hoje é...
 Depois de tantas histórias sobre vampiros brilhantes e criaturas da noite se apaixonando por colegiais, você fica até com receio de tirar da prateleira um livro que traga ‘vampiros’ talhado na capa. Passei os últimos três meses olhando para a capa de Abraham Lincoln: caçador de vampiros e tendo a dúvida de ‘será que é uma história clichê?’ e, com receio, adiando sua leitura. Mas chegou o dia em que eu não consegui mais fugir, tirei da prateleira e me surpreendi.
A história de Seth Grahame-Smith (autor de Orgulho e Preconceito e zumbis) traz para o mundo literário uma das figuras mais ilustres da história dos Estados Unidos, o presidente Abraham Lincoln. Porém, muito mais do que um relato biográfico, mescla a história real da vida do ex-presidente americano com a ficção, de uma forma tão bem feita que você chega a acreditar que realmente existiram vampiros na América do século XIX e que eles interferiram na história dos Estados Unidos.
Vamos começar pela capa do livro, que é magnífica, trazendo Lincoln segurando um machado nas costas e com borrifos de sangue para todo o lado. Até o logo da editora Intrínseca está estilizado, com manchas de sangue! Na contracapa, você toma um susto: a mesma imagem de Lincoln, porém de costas, mostra que além do machado ele segura também a cabeça ensangüentada de um vampiro.

 Eu conhecia muito pouco sobre a história de Abraham Lincoln, e admito que só a história de vida (real) dele já é um bom motivo para ler este livro. A forma como a história foi mixada com a ficção faz o leitor terminar o livro se perguntando se vampiros realmente existiram.  Imagens reais do presidente (mas que foram alteradas em photoshop para a temática dos vampiros) dão um toque realista que faz o livro ser o mais fiel possível a uma biografia. A história já surpreende no início, quando você vê o próprio autor Seth Grahame-Smith participando como se fosse um personagem, contando o que foi que o levou a escrever o livro. Ele trabalhava numa lojinha pouco movimentada, onde um dos clientes sempre chamava sua atenção. Certo dia, este mesmo cliente entrega a Seth um embrulho e uma carta que dizia para ele escrever sobre tudo o que descobrisse através do que continha o pacote. Ao desembrulhar, ele descobre que em suas mãos estão os diários originais de Abraham Lincoln, datados dos anos 1800. Então, Seth começa a desvendar o mundo de Abe (apelido de infância do presidente) e seus segredos, entre eles que sua mãe e boa parte de sua família foram atacados por vampiros.  Apesar da pobreza em que vivia na época, Abe faz votos de vingança e escreve em seu diário:
-“ Juro matar todos os vampiros da América”.
Começa então sua caçada visando exterminá-los um a um. Abe vai peregrinando pela América, em busca de trabalho e aventura, e dizima vampiros pelo caminho mesmo sem conhecê-los, apenas para vingar as mortes inocentes.  Então, ele conhece Henry, que salva sua vida do ataque de uma vampira que estava prestes a acabar com Abe. Não sabia ele porém que Henry também era um vampiro, ou seja, um dos seus inimigos, mas que ele tinha um comportamento menos selvagem e não matava igual aos outros.  Abe aprende então que nem todos os vampiros são iguais:
- “Não julgue que somos todos iguais, Abraham. Talvez todos mereçamos ir para o inferno, mas alguns merecem ir antes dos outros”.
Os dois se tornam amigos, Henry ensina Abe a aprimorar suas técnicas de extermínio e, durante a história, envia cartas com nomes e endereços de vampiros para que Abe os encontre e extermine. Com o desenrolar da história cenas surpreendentemente brilhantes vão acontecendo.
O livro tem um toque diferente, mesclando ficção com realidade. O formato de escrita intercala trechos do diário de Lincoln com a narrativa, um estilo muito bem pensado pelo autor e que faz o leitor ir e vir entre realidade e ficção. A noção da realidade da vida do presidente é muito clara, tendo ele passado por perdas de filhos e outras derrotas, bem como todo o trajeto de conquista da carreira política está traçado no livro. O autor conseguiu introduzir tais fatos de uma forma tão genial na narrativa que o leitor não se cansa pensando que está lendo um livro de história. Os vampiros trouxeram o toque do inusitado, deixando tudo ainda mais fabuloso.
Abraham Lincoln: caçador de vampiros está repercutindo tanto que chegará aos cinemas em breve numa produção de Tim Burton, o mestre dos filmes surreais. Peguei o gancho por isso. Podem ter a certeza absoluta de que essa história vai render um dos melhores filmes de Burton, eu já estou ancioso pra que esse filme seja lançado em 2012 (isso se os maias não acabarem com a nossa raça, of course). Devorei o livro em três dias, e recomendo a todos aqueles que gostam de misturas inusitadas. É sobre vampiros. Estes não brilham. Estes não se apaixonam. O que você está esperando para ler?

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Reação Musical: Sucker Punch OST

Para quem acompanhou o blog, sabe que eu adoro fazer críticas sobre artistas, músicas e filmes. Eu estava bem no clima de fazer um review sobre o novo álbum da Lady Gaga, que foi lançado agora em maio, mas o meu espírito underground fez com que eu desistisse dessa idéia, já que eu tenho a leve impressão que ninguém mais aguenta ler sobre esse álbum (que, para os curiosos sobre a minha opinião, ficou muito bom, porém extremamente difícil de acostumar com as músicas - é daqueles que leva um tempo pra poder gostar). Então pensei em comentar um pouco sobre Sucker Punch, o filme com Emily Browning num papel sexy e esquecendo todo aquele clima infantil que possuía em Desventuras em Série, mas, novamente, seria um pouco cansativo para comentar, pois foi bem criticado em muitos outros blogs e sites. Portanto, resolvi comentar sobre a trilha sonora do filme! Genial, não?



O estilo predominante do álbum é um dark rock muito agradável de ouvir, misturando batidas que é possível reconhecer de faixas dançantes com guitarras e baterias, aplicando-as em músicas que não são originais para o filme, mas regravadas com um arranjo completamente novo e inovador (em minha opinião, claro). Afinal, não é todo dia que lançam White Rabbit numa versão que é possível imaginar uma cena completa de guerras e lutas épicas como acontece com a versão apresentada pelo filme. Pode se dizer que o soundtrack de Sucker Punch é sexy e provocativo, exatamente como o próprio filme, que abusa da sensualidade das atrizes que interpretam como se estivessem em um cabaré.

Sweet Dreams (Are Made Of This): em minha opinião, é a melhor faixa do álbum. Interpretada na voz de Emily Browning, que eu nunca imaginei que possuía uma voz tão boa assim, canta a música que todos conhecem na versão de Marilyn Manson. É completamente dark, não lembrando nem um pouco a versão de rock do cantor, possuindo um ar mais sexy e envolvente que a original, dando o toque necessário no prólogo de Sucker Punch de desespero e conflito que precisam e, o mais incrível, é que tais sentimentos persistem toda vez que a música começa a tocar.

Army of Me: interpretado por Björk, é uma música que eu não me impressionaria se tocasse em um show de strip-tease devido a sua batida e voz mais arrastada da cantora. Quando eu escuto, confesso que consigo imaginar uma daquelas festas num salão parecido com o bueiro da Britney Spears em Till The World Ends, em que todos estão praticamente nus e se pegando, bêbados, numa luz piscante vermelha, com garotas fazendo topless e todos estão suados e sujinhos com roupas rasgadas e sem algumas peças. Sim, é este o nível da música. Em minha opinião, é a mais sexy da soundtrack. Se for comprar no iTunes as faixas separadas, esta talvez seja a que eu recomenda a ser a primeira a ser adquirida.

White Rabbit: a letra já é, por si só, divertidíssima, sendo uma referência mais do que explícita de Alice in Wonderland (o meu livro favorito, aliás), e a música não fica para trás. É épica, é guerra, é luta de espadas, é missão de espiões. É ação. White Rabbit faz você ter vontade de pegar uma katana, amarrar uma faixa de Rambo na testa e sair matando zumbis nazistas pela cidade. O pequeno solo que colocam é o suficiente para você ir para outro planeta e não conseguir mais sair dele, exatamente como nossa protagonista do filme faz.

I Want It All/We Will Rock You: para os amantes de uma música mais black, vai adorar esse mash-up de um rap feito para a música do Queen e a original de We Will Rock You. É uma música viciante e eu confesso que não sei o que imaginar nessa, porque ela provoca muitas reações em quem escuta. Provocante, é uma que você pode usar tanto para uma festa no estilo da que eu comentei em Army of Me, quanto a guerra em White Rabbit. É um misto de emoções épicas e, vamos combinar, estamos falando de Queen. Não teria como ser menos - eles fazem jus à banda que eles usaram nesse remix.

Search and Destroy:  é o rockzinho menos dark do álbum inteiro, sendo aquela faixa que colocamos numa viagem que vai demorar horas e queremos ouvir algo que nos anime para ficar dirigindo. É música de estrada, principalmente como soundtrack para quem gosta de motos Harley-Davidson. Bate cabeça. Fim.


Tomorrow Never Nows: esta faixa, cantada por Carla Azar, lembra muito o estilo de White Rabbit e I Want It All, mas a voz da cantora, por ser mais suave, não chega a ser tão pesado quanto as mencionadas. As batidas também possuem um ar mais eletrônico, sem perder o clima de rock, e eu arriscaria dizer que seria apropriada para ser escutada antes destas, aliás, como se fosse um aquecimento para o que está por vir.

Where Is My Mind?: esta faixa conta com a participação de Emily Browning, lembrando o clima mais pesado que é apresentado logo na primeira faixa, Sweet Dreams (Are Made Of This), muito embora não seja tão dark. Boa para momentos fossa e depressivos assim como para os momentos que você somente quer pensar na vida antes de dormir. Eu sou amante de duetos homem-mulher e eles mandaram muito bem, pois a voz dos dois combina tanto com o ritmo da música quanto entre si. Ponto positivo.

Asleep: a música mais triste do álbum e a mais bonita, uma das minhas favoritas. Também interpretada por Emily (oi), é extremamente depressiva e fala sobre uma garota que quer se suicidar. É emocionante e combina com a voz da atriz incrivelmente - que não desafina - e deixa até a pessoa mais agitada calma e ligeiramente depressiva. Se está triste, passe bem longe dessa música, entendido? Bem. Longe. Muito embora nem eu mesmo consiga resistir a ouví-la.

Love Is The Drug: é no esquema de Search And Destroy, sendo leve, divertida e dançante, também interpretada pelos atores Carla Gurgino e Oscar Isaac. É sexy e tem um ar meio latino, uma delícia de ouvir, sem o mesmo clima mais tenso que existe em algumas das músicas do álbum. Se vocês lembram de Moulin Rouge, essa música lembra ligeiramente "Roxanne", mas muito mais animada e dançante. Impossível não gostar desta faixa.


Para quem assistiu a Sucker Punch, sabe do que eu estou falando quando digo que o álbum recebe 10/10 em sua nota final, com 5 tubos. As faixas conseguem condicionar nossas emoções de forma que sequer notamos, o que se torna essencial quando se trata de uma trilha sonora para um filme. Assim como o próprio diretor, Zack Snyder, menciona, a música foi criada para o longa para levar as personagens a um mundo de fantasia, causando a mesma sensação em quem escuta e o assiste. Em suma, o álbum é sexy, é épico, é dark. É fantástico. Mais do que uma recomendação, é uma obrigação ouvir suas músicas.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Thor

Muitissima boa tarde galerinha da pesada, como vocês estão? Espero que vocês que já estão acessando o blog novamente estejam nos ajudando a divulga-lo também, afinal de contas, estamos todos animados com esse restart (ok, o uso dessa palavra agora é estranho pra mim, mas wtv).
Hoje o tio Mutt vai postar sobre o "novo" (ok, nem tão novo, lançou faz umas 2/3 semanas) filme da Marvel, THOR.



Confesso que quando vi o Trailer eu já senti vontade de ver o filme, mas não imaginava a dimensão que o filme ia tomar sobre a história de Thor. (Que fique claro que nunca li os quadrinhos de Thor, mas sempre fui muito fã da Marvel)




O filme é uma mistura da trama de Thor para conseguir o reinado de Asgard, a inveja de seu irmão e o seu conflito consigo mesmo. E acredito que o diretor tenha conseguido demonstrar com perfeição tudo que tinha em mente. A escolha de atores é perfeita, e Chris Hemsfield (que puta que pariu, ainda vai casar comigo, porque né...) fazendo par com Natalie Portman foi inesperado (sério, achei lindissimo, do fundo do meu coração) e trouxe ótimos resultados para o filme.


Bom, minha opinião sobre o filme já está clara, dou nota 10 mesmo, porque fiquei impressionado com a dimensão que o filme tomou (pensava que era só a história de thor vindo pra terra e mimimi).

Meus queridos, mais uma vez agradeço de coração a todos vocês que voltaram a acompanhar o blog (e também agradeço a você novo leitor, seja bem vindo), prometemos nos comportar direitinho dessa vez e trazer mais e mais novidades para vocês.

Beijaaaaço do caçula do blog, Mutt. HAHA <3

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

The Fourth Kind

Antes de mais nada, feliz ano novo, galera! Obrigado aos leitores por esse tempo conosco e podem escrever, esse ano vem cheio de novidades, é. Beijo especial pra minha stalker :* (update: achei que ela não queria ser identificada, mas ela pediu e eu sou só um servo que faz o que vocês querem, então, @lilbellsx um beijão, é (L' )
Agora vamos ao que interessa: review de Contatos de 4º Grau (The Fourth Kind)!

REVIEW
THE FOURTH KIND



Natal passou e por isso, chega de ser bonzinho com os filmes, hoje vocês verão o review tentando ser decente, prometo que não vou deixar o subjetivo subir em cima do objetivo ui suruba rs -n dessa vez, falando exatamente como foi e sendo sincero. Eu ia fazer um sobre Avatar mas é o que todos falam ultimamente, então meu lado underground me fez escolher esse Thriller PANANAN *moonwalk* para fazer uma análise mais profunda.
Primeiramente, falaremos sobre a trama. The Fourth Kind trata sobre uma maluca psiquiatra que resolve dar continuidade a um estudo feito por seu falecido marido sobre estranhos acontecimentos na cidade de Nome que envolvem certos desaparecimentos além de outros estranhos momentos que os moradores passam. Durante os encontros com os pacientes, a Dra. Abigail Tyler grava tudo o que acontece, mostrando como reagiam conforme contavam o que se passava durante seus sonos. A trama começa a se complicar conforme as reações passam a ser violentas, causando desde uma grave paralisia a homicídio em massa seguido de suicídio. O tempo passa e ela se vê cada vez mais afundada nessa merda história, passando a ser vítima de ataques também, juntando-se o fato de todos pensarem que ela está louca. Não contarei mais o que acontece porque senão acaba a graça, é.
Logo no começo do filme, a atriz Milla Jovovich, que interpreta a doutora, apresenta-nos um fato que já nos deixa alarmados: tudo o que acontece no filme é verdadeiro e é acompanhado pela gravação original. Realmente, durante todo o filme você ouve e vê o que seriam as imagens originais feitos pela psiquiatra, que aparece dando seu depoimento a um entrevistador. Essa tensão gerada logo no começo é o único fator que pode causar medo durante o filme aos que não têm medo de ETs, é. Sim, existem partes em que você dá o famoso pulo na cadeira (contei que eu dei 3 pulos no filme) e alguns outros que você fica tenso por ansiosidade, mas nada demais.


Falando sobre fatores técnicos nos quais eu sou uma mula então não serei muito específico, a fotografia do filme foi bem feita, com imagens muito bonitas e algumas até intrigantes da cidade do Alaska. Além disso, a iluminação amarela é bem usada no filme, criando um clima de apreensão mesmo que nada aconteça naquele momento, cliché antigo porém funcional dos filmes de terror. Quanto a trilha e áudio, foi bem equilibrado, ficando um silêncio mórbido quando necessário, ganhando pontos a favor. No caso das atuações, Milla nos mostra um lado mais maluco e frágil, fora do que estamos acostumados em Resident Evil, assim como os outros atores em suas encenações. Gostei de como eles fizeram seu melhor para a reprodução de senas #sashafeelings originais, pois sempre há o paralelo entre a original e a simulação feita por eles, contabilizando mais um ponto a favor.
No entanto, o filme falha no mais importante de tudo: não é baseado em fatos reais. Segundo o Wikipedia, a Universal Pictures pagou 20 mil dólares à imprensa Alaska Club "para resolver as queixas sobre notícias falsas arquivos utilizados para promover o filme". Além disso, em novembro do ano passado, a empresa confirmou ter gerado dados e obituários falsos para parecer que realmente haviam acontecidos os problemas ditos no filme, deixando claro que tudo foi para provocar uma campanha de marketing viral na internet.
Com todos os prós e contras, The Fourth Kind consegue 3 tubos, numa contagem de 6,5 pontos. Vale a pena ver para tomar alguns sustos, mas não vá com tanta expectativa quanto eu fui, senão ficarão decepcionados como eu fiquei.




quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Na tela do laboratório: Glee

Antes de mais nada, gostaria de pedir desculpas pelos dias sem posts, mas como eu disse em Desculpas, eu, Gê e Mutt estivemos um tanto tensos com essa coisa de final de semestre. Afinal, são tantos trabalhos e provas para fazer que deixa qualquer um louco. Ao menos o fim está próximo 2012 chegando galera rs e  logo o TsE! voltará com suas atividades normais, assim espero. Portanto, hoje eu vou fazer um post duplo pra vocês, cientistas do tio, para que vocês possam aproveitar bem.

NA TELA DO LABORATÓRIO
GLEE




Este ano foi marcado pela estréia de diversos seriados muito bons, como Vampire Diaries e DropDead Diva, o que fez com que muitos parassem tudo o que faziam para assistir ao episódio da semana de suas séries favoritas. Não é preciso dizer que a maioria é extremamente perfeita, eu mesmo adorei o season premiére de DropDead Diva - uma série engraçada sobre uma loira gostosona bonita que morreu e foi para o corpo de uma gordinha diva fofinha. Mas o que realmente marcou nesse final de ano, foi a estréia da série Glee.

Glee se trata de um banditonto cantando coral que há muito tempo fez sucesso, mas hoje somente conta com os mais losers do colégio, aqueles que diariamente sofrem com raspadinhas sendo jogadas em seus rostos, cuecões e outros modos de bullying. O que acontece é que o antigo reitor do clube é afastado por desconfiarem que andava passando a mão safadjénho abusando dos alunos durante ensaios particulares, deixando a vaga aberta para William Schuester assumí-la. No entanto, a moral do grupo é extremamente baixa porque até eles sabem que são muito losers fazendo com que Mr. Schu precise de algo ou alguém para levantar os ânimos do coral.



Eis que após um treino de football, o galã idiota burro retardado bom cantor com leves problemas mentais é escutado pelo Mr. Schu durante um banho enquanto cantava alegremente, sendo então chamado pelo professor para conversarem, deixando o garoto de detenção propositalmente com o Glee Club. Então temos o grande encontro entre os losers do clube e o garoto mais popular do colégio, algo realmente interessante de ser visto.

A série se baseia em todo o processo de tentativa do Mr. Schu em levantar a moral dos cantores do grupo, batalhar para mantê-lo de pé contra as investidas da Mrs. Sylvester (a capitã das cheerleaders) e resolver os problemas pessoais de um casamento decaindo, além dos problemas internos dos participantes do Glee. Os episódios possuem cerca de 45 minutos, não sendo cansativos e recheados de ótimas músicas. Logo no primeiro episódio, você escutará "Don't Stop Believing" e "Rehab" em uma versão realmente boa.
Se você está com o pé atrás em assistir a série, arrisque o download de ao menos um episódio, garanto que vale muito a pena. Conseguindo 5 tubos e nota 9,5, Glee é uma das melhores séries, sendo exibido na Fox todas as quartas.




quarta-feira, 25 de novembro de 2009

2012

Olá pimpolhos do tio Gê, depois desse jejum de uma semana sem postar eu consegui arranjar um tempinho pra vir avacalhar presentear vocês com mais uma crítica de cinema. Dessa vez, o meu pobre alvo é o filme 2012. Você, fã da saga Crepúsculo, que estava esperando eu falar da estreia de Lua Nova, vai ter que esperar uns diazinhos, colega, porque eu ainda não consegui um ingresso pra essa bagaça, graças às fãs loucas e estéricas que vão pro cinema 5 vezes por dia lotar as seções e gritar escandalosamente toda a vez que o ex-Sharkboy, agora lobisomem, aparece no filme. Vamos começar?
Primeiro, pra entrar no clima de desespero total do filme, quero te dar umas notícias ruins. Sabe aquela tão sonhada Copa do Mundo de futebol que seria realizada no Brasil em 2014? Você não vai poder ver. E os Jogos Olímpicos Rio 2016? Você não vai poder ver. Sua graduação na faculdade concluída, e você dando orgulho ao papai e à mamãe ao se formar em medicina? Nem em sonho, querido amigo. Seu sonho de ganhar na MegaSena? Melhor correr e apostar antes que seja tarde demais, pois você vai precisar ter no mínimo 1 bilhão de euros pra poder comprar um assento na lata de sardinha Arca e ficar boiando como totô no oceano depois da inundação.
Eu sei que a vida é dura, migs. Melhor se atirar de uma vez com um barril das Cataratas do Iguaçu, não? Se for, não esqueça o guarda-chuva pra não se molhar e chegar no inferno céu resfriado.


Segundo uma profecia maia... AH, peraí, quem eram os maias? Uma tribo de índios que vivia entre as abrils e os junhos? Uma nova espécie de guaxinim? Um clube de xadrez fundado por nerds norte-americanos? NÃO, querido. Se você não lembra, os maias eram uma das muitas civilizações que habitavam a América, junto com os Astecas, os Toltecas, os Sapecas e os Cuecas, lembra? Caso não tenha lembrado ainda, use a salvação da humanidade, o Google.
Então, uma profecia maia diz que o mundo vai acabar no ano de 2012. Será que é verdade? Não sei, mas os sinais já começaram a chegar... lembra do apagão em 18 estados do início do mês? Fato que aquilo não era só uma lâmpada piscando...
Essa profecia ridícula serviu de base pra indústria cinematográfica americana criar um dos melhores filmes de todos os tempos. Claro que houveram deslizes, e pontos fracos, mas sem dúvidas esse foi o filme mais aguardado do ano e também o que mais agradou o público. Sim, eu falo por todos os espectadores do mundo rs.

A começar pelo enredo, o filme não tem lá uma grande história por trás de tudo, o barato dele é justamente ter focado na catástrofe, e não num casal de namorados tentando salvar o mundo. As interpretações do elenco principal foram muito bem sucedidas, nos fazendo realmente sentir o desespero de ver o mundo à sua frente se partindo e afundando oceano abaixo. Claro, as doses de humor eram muito bem-vindas, e ajudaram os espectadores a não se borrar entrar em colapso.
Acredite, ver o mundo acabando é muito mais amedrontador do que ver pessoas serem torturadas por maníacos em joguinhos mortais.

A trilha sonora foi perfeita, muito bem planejada entre as cenas do filme. O melhor é que, diferentemente dos outros filmes sobre catástrofes que estamos acostumados a ver, na hora em que o desastre está acontecendo, você não ouve uma música de suspense, e sim o barulho da destruição. Isso dá muito mais emoção para quem assiste, pois desperta os sentidos e faz você se sentir dentro da cena. Afinal, ninguém vai ouvir Paramore enquanto o mundo estiver acabando, não é? Gritos desesperados, ferros retorcendo e carros batendo são muito mais emocionantes.

Se teve UMA cena que me fez rir horrores, e não somente eu como toda a sala de cinema, foi quando o filme mostrou a destruição da América do Sul (segundo o filme, coincidentemente seremos os primeiros a se phoder desaparecer quando o mundo acabar). Quando mostram a cena do Cristo Redentor ruíndo, despencando, ponto para eles. Foi belíssima. Mas como nem tudo é perfeito, colocaram como trilha nessa cena um repórter com voz de William Bonner praticamente gemendo em português: "Oh meu deus, está desmoronando, a estátua DE Cristo!" De verdade, migs querida, até o Cid Moreira faria melhor. Não tem como não frouxar o riso com aquela voz. E a estátua é DO Cristo, e não DE Cristo, né? Me parece que na hora de editar o filme, os produtores usaram o Google Translator pra passar pra português. -q

Deixa o presidente lá, é tão parado que ninguém vai notar a diferença -n


E, por fim, comentarei justamente sobre as cenas do apocalipse. Eu nunca vi algo tão realista e impressionante como as cenas desse filme, com toda a sinceridade que tenho digo isso a vocês.

Não fui eu o único a grudar os punhos no braço da cadeira e apertar com força, empurrando a cadeira pra trás. Fato é Independence Day, Guerra dos Mundos e O Dia Depois de Amanhã não chegam nem aos pés de 2012. O filme leva 5 tubos e nota 9,5. Confira, você não vai se arrepender.
E tenho notícias ótimas! O mundo não vai acabar! rs
Era tudo mentirinha do tio Gê só pra dar sustinho em vocês -q
Vocês pediram, eu trouxe a crítica. É assim que funciona, sugiram temas que vocês gostariam de ver aqui no TsE e vamos atender. Não esqueçam nunca de continuar reagindo.

sábado, 14 de novembro de 2009

Fanfictions

Antes de começar, a equipe do Tubo sem Ensaio pede desculpas a todos os nossos leitores pela impossibilidade de atualizar o blog nos dois últimos dias. Isso aconteceu porque tanto eu, quanto o Mutt e o Brunezzi andamos meio ocupados... Na verdade estávamos atolados cheios de coisas e problemas pra resolver. Prometemos que vamos ser blogueiros bonzinhos e não vamos mais atrasar, tudo bem fofurinhas da minha vida? Só por favor, não matem a gente -q ... Tá bem, vou confessar: a culpa do nosso atraso é porque tivemos que ir pro Rio de Janeiro nesses dias, pois fomos convidados a jantar com a Madonna, nossa grande amiga, que fez questão da nossa presença enquanto estava no Brasil. -NOT!


No post de hoje, vamos falar sobre um dos muitos 'mundos paralelos' que existem por aí. Você já ouviu falar em FANFICTION? Sim? Então azar o seu, porque eu vou explicar o que é de qualquer jeito MUAHAHA!


Fanfiction é um termo que vem do inglês, e significa ficção criada por fãs. Tá bem, mas que diabos é isso? Criar uma fanfiction é, basicamente, utilizar-se de personagens que já existem, seja na literatura, na televisão, no cinema, enfim... Utilizar-se desses personagens para criar situações extras, ou seja, que não tenham nenhum compromisso com a história original. Numa fanfiction, você pode fazer por exemplo com que o vilão se apaixone pelo mocinho, e tenham os dois um final feliz. Pode por exemplo fazer com que um vampiro case-se com um lobisomem, pode fazer com que o Spider Man se apaixone pelo Batman, pode fazer com que um Pokémon vire o presidente dos Estados Unidos... OU SEJA, pode criar a bagaça que quiser!




Mas engana-se aquele que pensar que fanfiction é só juntar personagens diferentes que já existem em uma situação inusitada e montar um romancezinho improvável... Uma fanfiction pode muito bem ser completamente original! Você cria sua história, seu enredo, seus personagens, e tudo o mais. Esse tipo de material tem MUITA aceitação nos ambientes das fanfictions, inclusive as histórias originais são as mais procuradas em muitos sites que existem. Mas qual o propósito de toda essa criação?


Basicamente, uma fanfiction serve para o entretenimento. Quando uma série literária, como por exemplo a saga Crepúsculo de Stephenie Meyer, acaba, os fãs da série não querem deixar que a história se perca nas prateleiras. Um livro do qual não se lê mais sobre, é uma ficção morta. De que adianta uma história encantar milhares de pessoas e depois que acabar simplesmente não ser mais lembrada? É pra isso que existem as fanfictions, para que os personagens sejam eternizados e nunca percam seu encanto (mesmo que para isso tenham que manter relações inusitadas de homossexualismo, canibalismo ou seja lá o que for -q) .

Os fãs são cruéis, migs! A gente lê cada coisa por aí... *tenso*
Mas e pras histórias originais? Qual a finalidade delas?
Elementar, meu caro leitor. Os originais servem para criar novos mundos, descobrir talentos e principalmente, afogar mágoas dos emos -n .


As histórias mais comuns entre as fanfics são as que envolvem personagens de Crepúsculo, Harry Potter, mangás e animes como Naruto e Bleach, seriados de TV, tais como Supernatural e Heroes, e até mesmo artistas independentes, como bandas de rock e etc. Nos sites, também é possível encontrar não só contos, mas poesias, paródias, músicas, entre outros. É um mundo muito divertido, onde as pessoas testam suas capacidades de escritor e roteirista, o que alguns fazem muito bem, inclusive. Mas já deixo o aviso, você pode encontrar de TUDO nesse mundo, então prepare-se pra ver coisas bizarras... aiquemedah
Existem muitos sites americanos sobre isso, por exemplo, o FanFiction.net. Um ótimo site brasileiro sobre o tema é o Niah! Fanfiction, onde existem milhares de escritores e milhões de leitores. Lá você vai encontrar de tudo, desde Senhor dos Anéis até Turma da Mônica. Dê uma conferida, escolha uma categoria que te agrade e caia nas viagens de fãs doidosdepedra talentosos que só querem preservar seus personagens e ídolos preferidos para sempre. Afinal, imaginação é tudo. =)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Prayers for Bobby

Devido ao apagão de ontem, nosso amigo Muttano não pôde postar hoje, então estou invertendo a ordem, amanhã ele vai alegrar vocês com mais um post =) . Há boatos de que o apagão foi uma estratégia de marketing viral para promover a estreia do filme-catástrofe 2012, nessa sexta-feira, 13. Eu acho que é a explicação mais confiável pra essa bagaça toda. Bom, vamos ao post...


Semana passada meu namorado comentou comigo sobre um filme que havia sido lançado nos EUA em janeiro, e que não sei porque cargas d'água não foi trazido para o Brasil. Ele me mostrou o trailer do tal filme, e confesso que logo nas primeiras cenas eu já fiquei emocionado com a forma em que a história é apresentada. Fui então pesquisar sobre ele, e descobri que é muito mais do que uma simples produção da rede Lifetime americana.


'Prayers for Bobby', ou, numa tradução mais simplificada, 'Orações para Bobby' é um filme baseado em fatos reais, mais precisamente no livro de mesmo nome escrito por Leroy F. Aarons a mais de uma década. A história gira em torno da família Griffith, cujo filho adolescente, Bobby Griffith, cometeu suicídio por sua mãe extremamente conservadora e religiosa não aceitar sua homossexualidade.


Agora você diz:
VALEW GÊ, VOSE COMTOU O FINAL DO FILME ¬¬

Engano seu migs, rs. Esse é praticamente o início do filme. O fato de saber que Bobby comete suicídio não é a grande questão do filme, e sim o que esse ato trará para sua família e legado. Antes de contar mais alguns detalhes da história, eu quero fazer uma súplica: mesmo que você não seja homossexual, leia o resto do post e se possível assista ao filme. Se você é seguidor de uma doutrina religiosa conservadora, que não permite esse tipo de relação, tem preconceito, ou seja lá o que for... Bom, aí você deve assistir MESMO. Lembre-se sempre de que é uma história real, não apenas ficção. É o retrado da realidade social no nosso mundo. E não se preocupe, não tem cena de sexo homossexual no filme, se é o que te afasta de assisti-lo. no máximo uns pegas aqui e ali, não podia faltar -q


Então, vamos ao que interessa: os spoilers -n o enredo do filme!



Os Griffith sempre foram conservadores, altamente religiosos e um 'exemplo' de boa família. Sob os dogmas do cristianismo, sempre viveram em harmonia com o mundo. Essa perspectiva fica abalada quando eles descobrem que Bobby, seu filho mais novo, é homossexual. Em pouco tempo, a rotina na casa muda, visivelmente. Eles não julgam o garoto por sua tendência sexual, muito pelo contrário. Dão a ele todo o apoio que eles julgam necessário para superar isso. O problema é que esse apoio não é para fazer Bobby entender o que é homossexualidade e ser feliz com ela, e sim para 'curá-lo' desse pecado condenado pelas escrituras sagradas.


Nisso, Bobby já começa a ter depressão, por saber que a família odeia o que ele realmente é. Com o tempo, todos passam a aceitar a homossexualidade de Bobby como algo normal, exceto sua mãe, Mary Griffith. Ela abusa dos recursos que julga necessários para não 'mandar o filho pro inferno'. O leva a psicanalistas, igrejas, grupos de auto-ajuda, entre outros. Sempre com o pensamento errôneo de que a homossexualidade é um mal que pode ser arrancado se tratado com perseverança. Bobby não aguenta essa pressão de sua mãe, e entende que ela nunca conseguiria conviver com a ideia de ter um filho homossexual. Decide então virar purpurina -n se matar.


A partir da morte de Bobby, tudo começa a mudar. A mãe do garoto ainda permanece com sua convicção religiosa, mas começa a ser assolada pela culpa de 'ter matado o próprio filho'. A família passa a refutar as atitudes dela, e então ela vai em busca de uma solução para sua culpa. É aí que ela conhece a Metropolitan Comunity Church (Igreja Comunitária Metropolitana), uma congregação que busca dar novas interpretações às escrituras da bíblia sobre tantos assuntos tidos como tabus, inclusive a homossexualidade. Daí em diante, sua vida muda.
O que acontece com Mary Griffith e o resto da família eu não comentarei aqui, pois são as cenas mais importantes e emocionantes do filme. Há uma cena, porém, que é a mais tocante, e merece ser mencionada apenas pra guiá-los sobre o rumo tomado pela mãe de Bobby. "A morte de Bobby foi culpa da ignorância de seus pais", ela diz em rede nacional, num congresso americano.
É um filme extremamente reflexivo, que vai te fazer chorar em alguns momentos, mas principalmente pensar sobre o que você acredita ser uma 'verdade absoluta', não somente neste mas em muitos outros tabus. Seguindo a classificação criada pelo nosso amigo Bruno Monezzi, e da qual eu vou fazer uso agora, Prayers for Bobby leva 5 tubos e nota 9,0.
A atuação da atriz Sigourney Weaver como Mary Griffith é brilhante. O filme pode ser baixado, já que não tenho registros dele em locadoras no Brasil. A quem não quer fazer download e entende bem inglês, eu aconselho a fazer o mesmo que eu e procurar o filme no YouTube, pois ele está disponível completo em 9 vídeos de 10 minutos cada. Pra encerrar o post, deixo a versão legendada do trailer. ;)



terça-feira, 10 de novembro de 2009

Saw VI

Vocês devem estar se perguntando:
O que diabos o Brunezzi está fazendo aqui? Não era para ser o post dele ontem?
Sim, meus queridos cientistas, meu post foi ontem (como podem ver) e excepcionalmente hoje voltei para fazer um breve review de um dos filmes mais aguardados do ano, Alexandre Frota Ataca VIII -n Jogos Mortais VI.

A história da série gira em torno do serial killer Jigsaw, um velho medonho homem de certa idade que descobre ter câncer e que seu tratamento não será efetivo, que se fodeu está em fase terminal. Ele passa, então, a ver a vida de um outro modo pingando sangue em que as pessoas devem valorizar a vida que têm por ser a única. Para fazê-las ter ciência disso, Jigsaw passa a montar armadilhas mortais para que elas saiam mais deformadas de Donatella Versace purificadas, entendendo o verdadeiro porquê de estarem vivos e agarrarem essa idéia com todas as forças.
Durante os três primeiros filmes, vemos o presente de John, o que ele faz com as pessoas e sua filosofia desde que descobriu o câncer. Vale comentar que está nesses três primeiros o melhor filme da série, Saw II, em que as pessoas estão presas em uma casa e precisam sair vivas de lá a qualquer custo. Os outros três filmes focam na história de Jigsaw, explicando o que o levou a matar e mostrando até a primeira vítima dele.

Tramontina, melhor amiga dos assassinos since 1911

O sexto filme nos mostra um executivo, dono de uma seguradora, que escolhe a quem é interessante cobrir as despesas com um seguro de vida e quem não. Este mesmo homem foi responsável por negar a John um seguro de vida quando este descobriu seu câncer e quis se inscrever em uma pesquisa e virar um novo X-Men oi que poderia salvá-lo.
O diretor da seguradora, então, acorda em um local extremamente estranho, percebendo que aquilo se tratava de uma suruba -n um jogo doentio pela sua vida, tendo que escolher em cada um dos pontos que precisava parar quem deveria viver e quem deveria morrer, o que sempre fez durante sua vida na seguradora quando dizia quem teria o seguro e quem não.
O filme também continua a história central de John, falando como ficou a vida de sua diva ex-esposa após sua morte e como ficou o filhodeumaputa detetive que dá continuidade ao seu legado. Não irei detalhar mais porque senão eu apanho acabo com o filme.

Jigsaw enfiando mais um parafuso nela. O que é o pudim? Reflita.

Jogos Mortais VI tenta resgatar o que o II nos fez sentir durante os jogos da casa, uma ansiosidade misturada com angústia para saber o que acontecerá mentira, sabemos que vai todo mundo morrer, é. O mais interessante é que, ao contrário da tentativa epic fail do III, o VI consegue quase chegar lá, tirando alguns atores dignos de Malhação. Com tudo isso, consegue 4 tubos com nota 8,0. Recomendo a quem gosta de filmes de terror e já está familiar com a série. Se você parou no I ou, no máximo, III, não assista, não será a mesma coisa quando você passar a entender muitas coisas que aconteceram nos outros.

domingo, 8 de novembro de 2009

EMA com sotaque alemão

Willkomen in Berlin - Deutsch!
Não entendeu? migs, apelar pro Google Translator é sacanagem! vamos começar de novo então...

Bem-vindo a Berlim - Alemanha!

É isso mesmo, o post de hoje com o tio Gê aqui vai falar sobre o EMA (Europe Music Awards), que foi acolhido em 2009 pela minha linda e encantadora terrinha, em Berlim, na Alemanha. Nisso, já notamos que ao contrário da festa de 2008, sediada na terra dos Beatles e regada a sexo, drogas e Rock'n'Roll -n em Liverpool, Inglaterra, a comemoração da música européia desse ano foi regada a chopp, cerveja quente e xucrute escolheu a cidade para comemorar lá os 20 anos da queda do muro de Berlim (que ocorreu em 1989) e foi um marco na história mundial; juntamente com os 16 anos do EMA, cuja primeira edição também foi na Alemanha (mas não foi um marco na história mundial rs). É, migs, você que nasceu lá pelas bandas de 1989 já tá entrando na casinha dos 2.0! É melhor já ir encomendando o Rennew Clinical com a revendedora da Avon porque daqui a pouco a idade começa a aparecer, fica a dica -q


E então, fofinhos, apertem os cintos pra não acabarem tetraplégicos como a Alline Moraes em Viver a Vida -q e venham comigo nesse lindo balão azul que vai pousar na terra do nosso cruelíssimo Charles Chaplin Adolfinho Hitler pra saber o que aconteceu de mais importante, impressionante e principalmente o que arrebentou a boca do balão entre as celebridades da música no EMA 2009!


Adivinhem quem foi a anfitriã desse ano no EMA? A absoluta e ousada Katy Perry, que veio pela segunda vez seguida apresentar o espetáculo. Diferentemente do ano passado em que ela surpreendeu (ou não...) vindo direto da feira de Juazeiro do Norte fantasiada de fruta na festa, esse ano até que ela estava mais comportada no que diz respeito ao visual. Pra iniciar, ela abriu o espetáculo no seu KATY CAT, uma espécie de bordéu montado no palco, onde ela cantou versões lentas e gemidas das músicas que mais fizeram sucesso no ano, como Halo, Poker Face, I Gotta Feeling, entre outras, enquanto rebolava e esfregava a ... em cima de uma cadeira. O que ela estava vestindo? migs, só pra você ter uma ideia, ela usava um coração vermelho de celofane pra cobrir as partes íntimas... não é completamente aceitável? -n


O momento mais incrível da nossa host Katy foi quando o prêmio de Melhor Artista Masculino estava sendo anunciado, e quando a tela mostrou a cara de Kanye West ela simplesmente apertou PAUSE e travou a apresentação, dizendo 'Kanye, Imma let you finish, but...' !!! Esse foi o momento mais engraçado, realmente, onde ela fez uma bela piada com a cara do Kanye West por ele ter dado uma de #revolts no VMA (Video Music Awards) quando invadiu o palco e arrancou o microfone das mãos de Taylor Swift pra dizer 'Imma let you finish, but Beyoncé has made one of the best videos ever!' , ou seja, que ela não merecia o prêmio de melhor clipe, mas sim a Beyoncé. A coitada da Taylor ficou com uma cara de tacho e só faltou chorar no palco. O público vaiou Kanye, que já tinha uma fama de #revolts por outras edições. migs, se fosse a Lady GaGa dando piti no palco, a gente até aceitava, porque é normal, mas Kanye West? BELO TRABALHO, Katy Perry!





Quem iniciou o show foi a banda Green Day, que cantou duas músicas entre uns tubos cuspidores de fogo no palco pra dar aquele 'tcharaaaan!'. Apesar do vocalista Billie Joe estar com um cabelo no estilo daqueles traficantes cariocas que descolorem a cabeleira na pia do banheiro com àgua oxigenada, fizeram uma boa apresentação e sacudiram os alemãezinhos fofinhos que estavam lá gritando escandalosos.


Logo depois veio ela, a diva perfeita gostosa linda poderosa ousada magnífica insuperável vitaminada Beyoncé. Com absoluta certeza, a performance dela era uma das mais esperadas da noite (juntamente com a do Tokio Hotel). Ela apareceu linda, cantando Sweet Dreams rodeada por bailarinos gostosos. Fófis, tenho que dizer uma coisa: ver a Beyoncé com um espartilho, envolta em cetim vermelho, com vento sacudindo o cabelo e fazendo aquela coreografia luxo, foi praticamente um atentado terrorista contra a minha homossexualidade! -nnn

Depois ainda tivemos apresentações da outra diva ultra sexy, Shakira, que cantou seu hit Atire em Alguém-n Did it Again, mas que esse ano não teve tanta ousadia quanto Beyoncé. Tivemos também outras performances, como a do mano da quebrada Jay-Z, a de Leona Lewis, entre outras, mas que foram tão apagadinhas que eu nem vou comentar -q



O encerramento é que foi o LUSHO da vez, já vamos falar sobre ele. mas antes confira a lista de ganhadores, com alguns comentários nas entrelinhas HOHOHO


Melhor Video: Beyoncé (Single Ladies)
absolutamente justo, e tenho até pena se não fosse ela a ganhar, porque o Kanye ia dar xilique de novo, crendiospai -q

Hit do Ano: Beyoncé (Halo)
fato, nenhuma música tocou mais do que essa em 2009, desde a Antártida até a Etiópia, migs!

Melhor Artista Feminina: Beyoncé
tá, já chega de Beyoncé, né migs? Importante lembrar que a Lady GaGa não ganhou só porque ainda não sabem se ela é realmente uma mulher e... -n

Melhor Apresentação ao Vivo: U2
só porque eles tocam em lugares inusitados como o teto do supermercado e de vez em quando nas lages da periferia de Londres? -q brinks, o U2 mereceu mesmo, e provou o porquê no próprio EMA.

Melhor Artista Revelação: Lady GaGa
É, temos que admitir que a Lord GaGa veio com tudo, chegou chegando e ahazou em 2009.

Melhor Artista Masculino: Eminem
Ah, pelamordeDeus, alguém ainda ouve Eminem nesse mundo? brinks! -n

Melhor Artista Urbano: Jay-Z
iôu, tamu xeganu na quebrada, mano, me dá um fólou lá no mano tuíter, tá ligado? -q

Melhor Banda de Rock: Green Day
Eu particularmente daria esse prêmio pra banda Calypso, mas europeu é europeu, né? -ein? risos

Melhor Banda Alternativa: Placebo
Ah, esse aqui foi polêmico, porque os fãs #revolts de Paramore ficaram inconformados com a derrota e deram alok mundo a fora!

Melhor Performance Mundial de Palco: Linkin Park
Alguém me explica a utilidade desse prêmio?

Melhor Artista Europeu: maNga
Nossa, esse com certeza era o prêmio mais esperado da noite, porque TODO MUNDO sabia quem era maNga, né? cheguei a arrepiar quando eles ganharam -NOWAY!

Melhor Grupo: Tokio Hotel



Sim, Tokio Hotel. Eles vieram tendo uma concorrência forte com os Jonas Brothers, e realmente era impossível deduzir qual dos dois ganharia antes do anúncio oficial. Parece que essa história de fazer banda com irmãos é a tendência, não é? Tem gente que acha Tokio Hotel bizarro, tem gente que acha fresco, tem gente que acha gay, mas a verdade é que não existem fãs tão dedicados quanto os deles, temos que admitir. Eu particularmente gosto das músicas, apesar de não ser um fã no estilo 'alok morro por eles'. Mas sou muito mais fã dos meus JoBros, fato. A coisa mais bizarra referente ao Tokio Hotel é ver o povo falando 'TÔUQUIÔU RÔUTÊU'... MIGS, volta pro cursinho e aprende inglês direito!

Pra encerrar o EMA 2009, tivemos a magnífica apresentação ao vivo do u2. Tá, mas onde está o diferencial? É que a apresentação foi fora do estádio onde acontecia o evento, e sim nos Portões de Brandenburgo, um dos pontos turísticos mais lindos da Alemanha. Foi um espetáculo ao ar livre, que com certeza ninguém saberia fazer melhor. Agora vou encerrar esse post antes que eu escreva uma enciclopédia detalhada do Europe Music Awards D:
Até o próximo post, galerinha maneira stronda vid@lok@ -QQQ

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Distrito 9

Três semanas atrás, eu e meus amigos resolvemos marcar um rolê(-qqqq), decidimos ir ao cinema em um sabado a noite. Eu não fazia a minima ideia de que filmes estavam em cartaz, ou qual filme o pessoal decidiu assistir, então resolvi conversar com o Evas(Ex-Blogueiro do Tubo) e me lembro claramente da nossa breve conversa:

Mutt: Heeey Evas, que filme vamos ver sábado?
Evas: Distrito 9, Bastardos Inglorios ou Os Substitutos.

Uma semana antes eu havia conversado com ele sobre o primeiro filme. Ele havia me passado o trailer no youtube(no final do post) e eu assisti, bem desinteressado, pra ser sincero. No traile, o filme fica com uma cara ótima, dá até vontade de ver na hora. Mas voltando a histórinha. Então eu prossegui:

Mutt: Você tá a fim de ver qual?
Evas: Distrito 9, claro.

Pra variar, ele já estava super ansioso pra ver. Ainda não completamente satisfeito, continuei:

Mutt: E você acha que vamos acabar vendo qual?
Evas: Distrito 9
Mutt: Ok, já vi que não tem como fugir.

Pelo gênero ser ficção, o filme não havia me atraído muito, apesar de eu ter adorado o trailer. O dia chegou e vimos o filme. Devo admitir que a maioria do pessoal que foi com a gente não gostou. De 10(acho que tinham 13 -q) apenas 3 gostaram do filme.

Trata-se de pura ficção. Uma nave alien ''pousa'' na cidade de Joanesburgo, na africa do sul. Ela fica 20 anos parada lá, no ar (não me perguntem o porque, mas a nave ''pousou'' a uns 50 metros do chão.), e durante esse tempo, os humanos ''invadem'' a nave, constatam a presença de aliens, que eles chamam de prawns ( camarão em inglês) devido a sua aparencia semelhante a de camarões, e criam uma área ''isolada'' da sociedade para eles. Com o passar do tempo, essas criaturas se reproduzem mais rápido fazendo com que o espaço do Distrito 9 seja insuficiente. Uma multinacional americana é contratada, a MNU, para fazer um acordo com os aliens e transporta-los para uma area mais afastada da cidade e maior. Mas no fundo, a MNU só quer aprender a utilizar da tecnologia alien para lucrar, a qual, só funciona com DNA alien. Um membro dessa empresa é enviado ao Distrito 9 para fazer alien por alien ''assinar'' um acordo, de ''mudança''. Durante seu trabalho Wikus (o membro da MNU) contraí um virus alien que começa a transforma-lo lentamente. E todo o filme se desenvolve em cima dessa base.

Na minha opinião, Distrito 9 foi um bom filme, mas muito comprido. Passei 2 horas e meia tentando não vomitar. De fato, é um filme EXTREMAMENTE nojento, só de lembrar daquelas criaturas que retratam os aliens, meu estomago embrulha.


A história é excelente, e se desenvolve maravilhosamente bem, contém até algumas cenas fortes ( as quais eu não vi direito, pois tampei o olho me privei de vomitar as vendo um desmaio), cenas de ação intensa e até de sentimentalismo.

Vale a pena conferir.


terça-feira, 27 de outubro de 2009

Jennifer's Body

No dia 23 de outubro, ocorreu a estréia do novo filme com Megan Fox no papel da líder de torcida Jennifer, uma garota vadia popular que causava desejo em todos os garotos e garotas de Devil’s Kettle. Ela e sua melhor amiga, Needy, são como unha e carne e que carne, hein?, fazem tudo juntas, o que chega até incomodar o namorado da segunda, Chip.
É então que chega uma banda desconhecida na cidade, Low Shoulder, deixando Jennifer com vontade de dar para o vocalista curiosa pela música dos garotos, arrastando sua amiga junto. Mas o local começa a pegar fogo e as duas precisam fugir de lá antes que sejam mais duas vítimas da catástrofe. No entanto, somente Needy chega em casa, começando todo o mistério do filme.

Agora francamente, a pessoa que me disser que é um filme de terror, eu responderei na hora:

MIGS, VAI SE TRATAR

Aquilo é mais uma comédia no maior estilo Todo Mundo Em Pânico do que um terror teenager como o bom e velho Sexta Feira 13, sem contar que não faz sentido algum diversas partes do filme. Um deles é a ligação entre Jennifer e Needy ao ponto de uma sentir a outra beijando alguém, ou então o momento em que Megan aparece no quarto de Amanda (Needy), contando exatamente o que aconteceu na noite em que desapareceu na van dos roqueiros – confesso que foi a única parte em que fiquei tenso durante o filme, quando Jennifer é sacrificada, porque não conseguia aguentar ouvir a Megan Fox gritar, tadinha.
Durante todo o filme contamos com piadinhas dignas de A Praça É Nossa, com conexões que somente o roteirista pôde entender. Comida tailandesa e sexo? COMO ASSIM, MÁRCIA? Mas tudo bem, eu ri. De fato, eu ri muito com o filme. É impossível não rir com cenas ridículas e frases muito mal construídas e mal inseridas no filme.
Avaliei Jennifer’s Body como um filme 3 estrelas com nota 7,5. Você deve estar se perguntando

BRUNEZZI COMASSIM VOSE TAVA FLANDO MAU ATE AGORAM q

e eu respondo dizendo que é um filme que vale a pena assistir exatamente por essa paródia não intencionada de filmes clássicos de terror. É tão ingênuo o erro que é impossível não rir diversas vezes com o que acontece durante a trama. Também vale adicionar que a química entre Amanda Seyfried e Megan Fox foi muito excitante e sexy baby intensa, principalmente na cena de beijo lésbico entre as meninas. Por isso digo: assistam Jennifer’s Body, nem que seja só para rir ou matar a vontade pervertida de ver as garotas mandando ver por míseros dois minutos.